terça-feira, 23 de junho de 2015

ALFABETO MÓVEL

Tem melhor maneira de aprender a não ser brincando?!
Não!!
A professora Tânia Peixoto sabe disso e propôs aos alunos do 3º Ano, a utilização do Alfabeto Móvel de maneira lúdica. Um conjunto de letrinhas foi entregue a cada aluno e venceria a brincadeira, aquele que formasse mais palavrinhas. Como o terceiro ano geralmente é um grupo misto, através dessa atividade, a professora conseguiu atrair a todos. Para os que já escrevem bem foi uma brincadeira e para os que tem dificuldade, foi um desafio. Parabéns Professora Tania por diversificar sua aula.
As crianças adoraram!




















segunda-feira, 22 de junho de 2015

AMBIENTE ALFABETIZADOR

Diz-se que um ambiente é alfabetizador quando promove um conjunto de situações de usos reais de leitura e escrita nas quais as crianças têm a oportunidade de participar.










Algumas vezes, o termo “ambiente alfabetizador” tem sido confundido com a imagem de uma sala com paredes cobertas de textos expostos e, às vezes, até com etiquetas nomeando móveis e objetos, como se esta fosse uma forma eficiente de expor as crianças à escrita.






É necessário considerar que expor as crianças às práticas de leitura e escrita 
está relacionado com a oferta de oportunidades de participação em situações nas quais a escrita e a leitura se façam necessárias, isto é, nas quais tenham uma função real de expressão e comunicação para o seu cotidiano. Melhor ainda e mais oportuno, é a sala de aula conter o que está sendo trabalhado, manuseado e utilizado como conteúdo do momento.

De acordo com Ana Teberosky, um ambiente alfabetizador “é aquele em que há uma cultura letrada, que faz circular idéias permitindo desta maneira, a inserção da língua escrita no cotidiano do alfabetizando".
O ambiente alfabetizador, portanto, deve ser organizado de forma que se constitua uma ferramenta de aprendizagem, e que inclua diversos gêneros textuais, os quais devem estar acessíveis aos alunos e permitir uma interação com os mesmos. Por isso a importância do ambiente alfabetizador não ser esquecido nas turmas maiores, de 4º a 6º Ano, por exemplo, que são a clientela de nossa unidade escolar.

Alguns textos são adequados para o trabalho com a linguagem escrita, como, por exemplo, receitas culinárias; regras de jogos; textos impressos em embalagens, rótulos, anúncios, slogans, cartazes, folhetos; cartas, bilhetes, postais, cartões (de aniversário, de Natal); convites; diários (pessoais, das crianças da sala); histórias em quadrinhos, textos de jornais, revistas e suplementos infantis; parlendas, canções, poemas, quadrinhas, adivinhas e trava-línguas; contos (de fadas, de assombração); mitos, lendas, “causos” populares e fábulas; relatos históricos; textos de enciclopédia, enfim, existe uma gama de oportunidades de acesso.

 Também é importante para as turmas de 4º, 5º e 6º anos, que cantinhos das disciplinas sejam montados e sempre que possível, atualizados com os conteúdos estudados.
O Ambiente Alfabetizador, além de respeitar as fases das crianças, deve não valorizar apenas a aparência e investir no contexto de estudo.. 



O material escrito deve estar relacionado com as atividades desenvolvidas, de acordo com as necessidades dos alunos, possibilitando que as crianças construam um processo dinâmico do seu próprio conhecimento com mediação do professor.




quinta-feira, 18 de junho de 2015

C.E.

Dia 17/06, realizamos nosso Centro de Estudos.
Como o nome já diz, esse é um momento destinado a estudos, aprofundamento, oficinas educativas e o que mais justificar, para que o grupo da unidade escolar preencha esse tempo estudando, produzindo e agindo para aprimoramento do seu exercício. Sendo assim, a Coordenadora Pedagógica Andrea Otílio, juntamente com a Diretora Adjunta Patrícia Greco, elaboraram uma manhã teórico/prática com a proposta de estimular a construção de atividades diversificadas e instalação da rotina de alguns exercícios interessantes para o dia a dia, no intuito de ampliar e diversificar a prática docente no alcance de objetivos de aprendizagem específicos.
As ideias de atividades partiram de sugestões já prontas nos slides de apresentação, baseada na leitura do livro O Reizinho Comilão, e em um segundo momento, livros recém comprados foram apresentados para o grupo e uma dinâmica foi proposta. Todas foram convidadas a montar duplas, escolher um livro, lê-lo e partilhar conhecimentos, apresentando ideias de atividades para o livro lido.
É óbvio que o objetivo maior não era somente apresentar o novo acervo, mas sim, demonstrar que existem diversas maneiras para se alcançar uma meta de aprendizagem estabelecida e que por vezes, acabamos insistindo em uma mesma técnica, em uma mesma maneira de ensinar e ver as coisas. Interessante foi apresentar, que assim como temos diferentes alunos em nossas salas de aula, também hão diferentes professores, com diferentes olhares, diferentes saberes e diferentes sugestões de prática. Acreditamos no sucesso do grupo em grupo, no partilhar ideias e no trabalho do professor engrandecido na troca!
Foi um dia bastante proveitoso pedagogicamente falando, como também no fortalecimento do grupo enquanto equipe.
Ficam aqui representados alguns registros dos momentos do nosso C.E.
Estamos prontas para práticas renovadas!











Professoras Martha (1201 e 1202) e Rosa (1601 e 1602)

Professoras Margarete (1501 e 1502) e Leila Letícia (E.I)

Professoras Ana Paula (E.I) e Tânia (1301 e 1302)

Professoras Marcela (E.F) e Luisa (1401 e 1402)

Professoras Ana (1101) e Caroline (S.R)

Professoras Andreza (Inglês) e Osvaldice (S.L e 1102)


 Patricia Greco e Andrea Otílio

quarta-feira, 17 de junho de 2015

SALA DE RECURSOS

Nosso ambiente é bastante estimulante.
Contendo jogos, computadores, alfabeto móvel e mais uma infinidade de recursos, a professora Caroline Bachur, realiza um trabalho bastante diversificado. Respeitando as fases e a deficiência de cada aluno atendido pela sala, é possível já perceber evoluções cognitivas de acordo com cada objetivo traçado individualmente. Como cada aluno é portador de uma necessidade específica, o trabalho é realizado baseado no diagnóstico, no olhar atendo às necessidades e avanços de cada um.
Confiram alguns dos momentos vivenciados em nossa salinha.


















terça-feira, 16 de junho de 2015